Mudando a dieta e seguindo a vida

Depois de passar mal vários dias, resolvi investir em uma dietinha para ver se as coisas melhoravam um pouco.

E parece que deu certo. Como dizem por aí: você é o que você come. Embora, na verdade, eu não ache que coma tão errado assim.

Mas eu tava lutando com meu fígado há dias e ele ganhou (hehehe). Quase por nocaute (heheheh).

Na quarta passada, eu tive uma crise e fiquei de molho tentando me recuperar.

To bem melhor, mas quando essas coisas acontecem é que a gente fica mais atenta ao que estamos fazendo e como estamos nos comportando e acabamos mudando nossos hábitos. Fiz isso várias vezes na vida e em poucos casos levei adiante. Memória curta, sabe?

Dessa vez resolvi não usar desculpas e escutar meu corpo e tentar adequar a alimentação para melhorar minha saúde.

Eu sempre fui amante de saladinhas, legumes e coisas mais naturais, mas confesso que pra ganhar um saborzinho acabava apelando para o excesso de gorduras, sal e complementos gordinhos.

Foram esses complementos gordinhos que me deixaram assim: gordinha (hahaha). Eles saíram da minha lista e meu cardápio ficou muito mais saudável e começo a sentir os primeiros benefícios de uma dieta livre de lipídios, carboidratos brancos e sal. Em uma semana, eu já desinchei; o estômago já cedeu; uma calça que estava apertada já entrou e eu me sinto mais disposta.

Se eu vou continuar?

Claro que vou. Nessa dieta, eu não tenho restrição médica. É meu organismo quem dita o que eu tenho que comer, e eu acabo me escutando muito mais e sempre acabo ganhando por isso.

Quando isso vai parar?

Talvez nunca. Educação alimentar é para a vida toda.

Você está emagrecendo?

Emagrecer agora não é o objetivo. Eu quero primeiro estar saudável, o resto é conseqüência. Sinto-me bem assim. Se emagrecer, ótimo.

E qual é o seu cardápio diário?

Não tem muito segredo.

É assim:

Café da manhã

1 fruta (não posso comer as ácidas por causa do estômago e nem as muito gordurosas). Optei pela maçã verde.

1 fatia de queijo branco (porque não posso tomar leite)

1 fatia de pão integral (cortei massas brancas)

1 copo de chá de ervas adoçado com mel

Almoço

Salada de alface e rúcula temperada somente com um fio de azeite e pouco sal

1 tomate italiano sem sementes

1 hamburguer vegetariano

1 mini pão árabe integral

1 fatia pequena de queijo branco magro

Café da tarde

1 maçã

Café da tarde II

1/2 iogurte natural light

Jantar

1 prato de sopa de legumes (excluindo batatas, mandioquinhas) sem macarrão ou arroz.

1 bife vegetariano pequeno.

Praticamente exclui carnes também do cardápio, mas é que não tenho me sentido à vontade em comer por enquanto. Pode ser que com o tempo eu retome carnes magras e peixes ao menos.

Ovo eu também não como.

Outros alimentos que não comerei tão cedo: embutidos, concentrados, enlatados, caldos industriais, sucos industriais, processados brancos como arroz, pão, farinha e açúcar, especialmente à noite.

Outra coisa: beber água mesmo sem sede. Cerca de dois litros por dia.

Vamos ver o que acontece daqui em diante.

O interessante é que me sinto motivada a continuar pelo blog, para poder passar essa experiência adiante e dividir outras novas com vocês. Quero muito mostrar os benefícios e resultados disso.

Em outro post, eu vou ensinar um hambúrguer de berinjela delicioso que juro não ter gosto ruim. Muito saudável.

Beleza também é saúde.

Beijão,

Biamel.

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